Procuradora Karol Teixeira compõe Mesa de Abertura da Oficina da Renastt sobre doenças relacionadas ao trabalho

Foram abordados, também, temas como atenção à saúde de trabalhadores e vigilância dos processos produtivos

Com o objetivo de promover o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde de trabalhadores, a Oficina da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Renastt) reuniu  profissionais de saúde, representantes de sindicatos, movimentos sociais, conselhos de saúde, órgãos governamentais e o Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF), representado pela procuradora Karol Teixeira de Oliveira, discutindo medidas de implementação da Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT).

Na ocasião, houve troca de experiências, construção coletiva e fortalecimento das ações de Vigilância dos Processos Produtivos e Atenção à Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador, abordando temas como os desafios e oportunidades do trabalho em rede intersetorial e participativa; articulação intersetorial e formação e estratégia de implementação da LDRT no Sistema Único de Saúde (SUS).

Para a procuradora Karol Teixeira, é necessária maior divulgação e uso da LDTR: “Esse trabalho depende do fortalecimento da Renastt, da estrutura dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e da valorização dos profissionais desses Centros, possibilitando que a Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho seja utilizada para fins de direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores, como direitos à saúde, previdenciários e direitos trabalhistas diversos.”

A procuradora parabenizou, ainda, o trabalho feito pelas equipes da Divisão de Saúde do Trabalhador (DISAT), da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal e pelos profissionais do Cerest no Distrito Federal.

A iniciativa integra a estratégia nacional do Ministério da Saúde, promovendo a articulação entre os diversos setores do SUS. A finalidade é construir plano regional de implementação da LDRT, com a participação e corresponsabilização de gestores estaduais, municipais e federais, garantindo a aplicação prática da lista, fomentando a pactuação interinstitucional e induzindo ações permanentes que transformem a forma como o SUS reconhece, notifica e intervém nos processos de trabalho que afetam a saúde da população.

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