Procuradora-chefa, Dalliana Vilar, participa de evento no TRT-10, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Ressaltou a importância da discussão sobre o papel da mulher em espaços públicos e de poder

A procuradora-chefa do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal e Tocantins (MPT-DF/TO), Dalliana Vilar Pereira, participou, na última sexta-feira (6/3), de solenidade em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, no Tribunal Regional do Trabalho da Décima (TRT-10).

Na ocasião, a procuradora-chefa lembrou da desigualdade de gênero nos espaços públicos e de poder. “São importantes eventos como esse para discutirmos pautas sobre o papel da mulher nesses ambientes, como a sobrecarga de trabalho, liderança e a violência doméstica”, destacou.

Além de a procuradora-chefa, a mesa de abertura do evento contou com a presença do presidente do TRT-10, desembargador Ribamar Lima Junior, do corregedor do Órgão, desembargador José Leone Cordeiro Leite, e da coordenadora do subcomitê de Incentivo a Participação Feminina do TRT-10, desembargadora Elaine Machado Vasconcelos.

Acompanhada da procuradora Carolina Pereira Mercante, a procuradora-chefa Dalliana Vilar assistiu à palestra "Invisíveis Marias: histórias além das quatro paredes", ministrada pela juíza de direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Rejane Jungbluth Suxberger, que abordou as múltiplas dimensões da violência de gênero e os desafios enfrentados pelas mulheres para romper o ciclo de violência. Em seguida, as procuradoras visitaram a exposição fotográfica da jornalista e fotógrafa Ísis Dantas, intitulada “Marias", que utiliza a fotografia como ferramenta terapêutica para fortalecer a autoestima de mulheres que superaram situações de violência. A iniciativa busca dar visibilidade às histórias de superação e estimular o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero.

O público presente acompanhou ainda a apresentação de dança contemporânea "Mulheres Visíveis: uma entrega pra você!", projeto cênico idealizado por Maria Antonieta Vilela Mendes. A performance, construída a partir de pesquisa acadêmica, transformou o corpo em espaço de memória, denúncia e resistência, retratando histórias de mulheres que sofreram diferentes formas de violência.

Com informações do TRT-10.

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